É proibido fumar!
9 razões pelas quais os fumantes não devem enxergar a nova lei anti-tabagista de São Paulo como um completo desastre:
- A lei aplica-se somente em lugares públicos fechados, como bares e restaurantes: ainda pode-se fumar na rua. Após o choque inicial de ter que levantar para ir a rua a cada vez em que se quiser dar umas tragadas, descobre-se que não é tão ruim assim;
- Depois de alguns meses, acreditem em mim, não fumar em lugares fechados vira um hábito. A partir daí, você vai achar estranho quando entrar em um lugar fumacento…
- A lei já era aplicada em muitos lugares, como aeroportos e shopping centers por exemplo.
- Voltar da balada com a sua roupa e cabelo cheirosinhos: não tem preço! Sejamos sensatos: nem fumante gosta de ficar com cheiro de cigarro!
- Fuma-se menos: bom para a saúde!
- Em São Paulo há uma quantidade imensa de bares e restaurantes com área aberta, mesinhas na calçada, etc! Da Feijoada da Lana ao Senzala, passando pelo Bar do Juarez, enfim…
- Lugares como o Barnaldo Lucrécia e baladas em geral ficarão muito mais agradáveis de se frequentar;
- Bares e restaurantes investirão mais em áreas abertas, o que eu adoro!
- Faz calor no Brasil: lá na Noruega o pessoal precisa colocar o casaco e ir fumar lá fora nos -12ºC…
Aqui em Londres uma lei parecida entrou em vigor no verão de 2007. No começo, muita polêmica, é claro, mas hoje isso faz parte da vida das pessoas. Até os fumantes concordam que a lei é boa pra todo mundo. Estão vamos lá: nada como seguir os bons exemplos da Inglaterra, França, Holanda, Itália, África do Sul, Nova Zelândia, Noruega, Suécia, Dinamarca…
27.252 km
Essa foi a distância aproximada que eu percorri até então em 2009. Sim, 2009. Poderia até usar a falta de tempo como desculpa. A verdade é que tempo eu tenho: mas estou sempre em trânsito. Foram mais de 3 dias do meu ano gastos em trens, aviões, bicicletas, carros e foguetes passando por cinco diferentes países…

2009 até então…
Retrospectiva 2008
O ano de 2008 foi muito bom para mim. Mas também muitas coisas ruins aconteceram. Particularmente, não sei o que esperar de 2009. Se eu conseguir me manter empregada até o final desse ano (a coisa aqui está feia), já não reclamo!
2008 foi o meu primeiro ano (completo) casada e morando no estrangeiro. Fatos até então inéditos na vida de Denise Neves. Também, pela primeira vez, comecei e terminei o ano na mesma empresa e, finalmente, quebrei a marca dos 12 meses trabalhando no mesmo lugar. Em 2008 trabalhei bastante, e fui promovida, tipo, duas vezes…

Trabalhando muito em 2008…
Em 2008 eu me adaptei a uma nova cultura, e hoje posso dizer que sou uma pessoa completamente adaptada a vida na Bretanha. Aqui é o lugar onde eu vivo e onde os meus novos amigos estão. Em 2008 eu fiz novos amigos. Sejam os brazucas que trabalharam comigo no BankBoston e seus agregados, sejam os meus ex-colegas de trabalho aqui da DLKW, sejam os amigos do João da London Business School e Bank of America, enfim, em 2008 eu criei novos laços com novas pessoas e isso é muito legal!

Galera…
Em 2008 eu fui para o Brasil, para York, Middleham e Lake District, para Dubai, para a Oktoberfest e para a Bélgica (de todos esses lugares, lógico que Middleham é o mais legal). Não viajei tanto quanto eu gostaria, mas até que para quem não viajou muito, viajei bastante…

Por aí…
Em 2008 passaram por aqui o Felipe Aquilino, o Mazzola (ainda passando), Thiago Reimão e família, o Mow, a Burga e a Renata, o Pinhal, Adura e Luigi, o George, a Maria Helena com o Luiz e a Maíra, Xaxá, Fátima e Felipão, Cris Parede, Evelyne e Océane, o Mussum e o Luisão. Também teve a visita inusitada dos “couch surfers” Edu Giansanté e Homero (que nos deram um saleiro e pimenteiro da Guinness de presente, diretamente da Irlanda, mó legal!)…
Várias visitas…
Em 2008 eu me equipei tecnologicamente: computador novo, celular novo e batedeira nova (Sim! Minha KitchenAid!). Incrementei consideravelmente minha coleção de CDs e DVDs (agora temos uma respeitável DVDteca com filmes de mais de 10 países diferentes – e RUBI!). Em 2008 também estive mais digital que nunca,mantendo esse singelo blog, o LADG, twitter, orkut, facebook, linkedin, last.fm, flickr, google talk, msn messenger e skype…
… o difícil mesmo será manter tudo isso atualizado em 2009! Feliz ano novo pra você também!
SPAM
Recebi um email enaltecendo São Paulo. Entre as mais completas bizarrices que nem merecem ser publicadas aqui, me aparece essa:
“O ganho médio de um garçon (SIC), pegando-se todos os restaurantes (SIC de novo!), é de US$ 1700,00.”
Para tudo. Vou virar garçom!
Exactitudes®

O fotógrafo holandês Ari Versluis vem, desde outubro de 1994, fotografando pessoas de diferentes perfis, já que pessoas de diferentes grupos sociais costumam se vestir da mesma maneira. Essa série acima é de jovens londrinos (em 2008), reflexo da “febre anos 80″ que está por aqui. Há séries em diferentes lugares do mundo, inclusive Brasil. Quer saber mais? Clique aqui.
(ok, eu prometo que vou tirar a poeira desse blog!)
Whodunnit?
Governo é um cliente muito difícil de se trabalhar. Normalmente o que é anunciado pelo governo é muito chato (campanhas de conscientização, etc) e tudo precisa ser, literalmente, politicamente correto!
Aqui segue um exemplo genial de como fazer uma mensagem não passar despercebida pelo público. Nesse caso, a mensagem (chata) é: “motoristas, não matem os ciclistas”. Infelizmente o vídeo está em inglês, então farei a transcrição no final desse post.
Eu sou ciclista aqui em Londres. Sou feliz proprietária de uma belíssima Beachcruiser (foto abaixo) que me rende elogios em todos os lugares por aqui, o que me deixa muito satisfeita, afinal, a magrela é pesadinha e me dá uma canseira carregá-la degraus acima (e abaixo) quando vou guardá-la no subsolo aqui da agência.
Londres, ao contrário do que se deve pensar aí no “mundo em desenvolvimento” não é uma cidade “amiga do ciclista”. Quase não se vê ciclovias (não há nenhuma no caminho entre a minha casa e o trabalho, por exemplo), mas pelo menos os motoristas respeitam uma bicicletinha (exceto os de ônibus, que me deixam morrendo de medo pelo menos uma vez por dia). Assim sendo, geralmente pedalo tranquila e feliz pelas ruas pois os carros nos dão prioridade.
Sei que pedalar pelas ruas de São Paulo pode ser considerado suicídio (eu já fiz isso algumas vezes). A velocidade dos carros nas ruas é muito superior que a velocidade daqui, e os ciclistas são solenemente ignorados pelos motoristas. Claro que em São Paulo existem ainda mais dificuldades para os ciclistas, como as longas distâncias e as ladeiras infinitas.
Na minha modesta opinião, o respeito só vem quando sentimos na pele o que é ser desrespeitado. Muitos amigos meus trocaram o carro pela moto, e hoje eu vejo que o respeito pelo motociclista é muito maior que cinco anos atrás, por exemplo, pois sabemos que a pessoa que está em cima da moto poderia ser eu, você, um amigo. A partir do momento que você a vida de alguém querido em jogo em cima de uma moto, é inevitável ver os motociclistas de outra forma.
Quando as pessoas começarem a usar bicicleta como meio de transporte (ao invés de lazer, dentro dos parques, como acontece hoje), será inevitável que se inicie o respeito aos ciclistas, afinal, nós ciclistas não poluímos o ar, não contribuímos para o trânsito, e ainda economizamos duas vezes (com transporte e academia!)!
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O vídeo, bem inglês por sinal, me lembra o jogo “detetive”: alguém matou o dono da casa, e os três funcionários são suspeitos. No final, o detetive deduz que a senhora é a assassina, pois ela diz que estava plantando petúnias quando o crime aconteceu, e o detetive diz que não é época de petúnias ainda. “Tudo é uma questão de observação, mas quão observador é você?”. Daí o vídeo mostra 21 alterações que ocorreram no cenário e ninguém percebeu. Daí a mensagem: “É fácil passar despercebido por coisas que voê não está preocupado. Em uma rua movimentada, isso pode ser fatal. Preste atenção nos ciclistas.”
Reflexão
Comemorar a ascensão do Corinthians para a primeira divisão é como fazer churrasco quando um primo é solto da cadeia. O povo compra a carne, a cerveja, comemora mas…………… é uma vergonha dizer o motivo da festa.
Roque Citadini, ex-diretor do Curintia.
Nascer do sol em São Paulo

Mais uma das minhas favoritas, tirada por volta das 6 da manhã de um dia de abril, ano passado, da janela do meu quarto, em São Paulo. Eu adoro o nascer do sol. Difícil mesmo é acordar cedinho para fotografar!
Fuck Fiat
Um amigo inglês me mandou essa. Não sei nem se ele sabia que se tratava de uma empresa brasileira. Mas foi simplesmente genial:
Não tenho a menor idéia do motivo que levaria alguém a batizar uma empresa com a palavra “fuck”, principalmente porque o inglês está presente na vida dos brasileiros e todos sabem o real significado dessa palavra.
De repente essa foi uma forma agressiva do dono chamar atenção para o seu negócio, me surpreende o Sr. José Fiat ter aprovado essa idéia…
St. John’s Wood High Street

St. John’s Wood High Street é a principal rua de comércio aqui do bairro onde moro, em Londres. Essa fotografia foi tirada em uma noite de lua cheia. Não usei flash e a exposição foi de 6 segundos (com um tripé para a câmera não tremer). Para mais informações técnicas clique aqui.
Eu sou apaixonada por fotografia noturna.





